Meu Bem e o assobio
caiofernandoabreu:

Mas sei também que esse pensamento é idiota; as coisas acontecem do jeito que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas vezenquando passa pela cabeça um “ah, podia ter sido diferente…” 
(Caio Fernando Abreu. Carta a Maria Lidia Magliani)

caiofernandoabreu:

Mas sei também que esse pensamento é idiota; as coisas acontecem do jeito que acontecem e estão certas assim. Não me arrependo de nada. Mas vezenquando passa pela cabeça um “ah, podia ter sido diferente…”

(Caio Fernando Abreu. Carta a Maria Lidia Magliani)

caiofernandoabreu:

É verdade que estou morrendo de medo do amor que você sente por mim. Mas não é só isso. Também ando com muito medo das pessoas todas. Eu sei disso.
(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)

caiofernandoabreu:

É verdade que estou morrendo de medo do amor que você sente por mim. Mas não é só isso. Também ando com muito medo das pessoas todas. Eu sei disso.

(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)

caiofernandoabreu:

Às vezes eu penso em desistir, eu acho que não agüento essa aprendizagem toda outra vez — fico tentado a desistir. Não sei bem por que insisto, posso dizer apenas frases feitas sobre isso, mas na verdade não sei.
(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)

caiofernandoabreu:

Às vezes eu penso em desistir, eu acho que não agüento essa aprendizagem toda outra vez — fico tentado a desistir. Não sei bem por que insisto, posso dizer apenas frases feitas sobre isso, mas na verdade não sei.

(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)

Ando bem, mas um pouco aos trancos. Como costumo dizer, um dia de salto sete, outro de sandália havaiana.
Caio Fernando Abreu, carta a Mário Prata (via caiofernandoabreu)
caiofernandoabreu:

Não consigo ser verdadeiro o tempo todo. Mas você me saca, eu sei. 
(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)

caiofernandoabreu:

Não consigo ser verdadeiro o tempo todo. Mas você me saca, eu sei. 

(Caio Fernando Abreu. Carta a Vera Antoun)

caiofernandoabreu:

Amigos não “são para essas coisas”, não. Isso é um clichê detestável, significando quase sempre que amigo é saco de pancadas, é uma espécie de privada onde o outro pode jogar dejetos, detritos imundos e dar a descarga. Amigos são para dividir o bom e o mau, mas também para deixarem as coisas sempre limpas entre eles — amigos devem ser solidários.
Caio Fernando Abreu. Carta a Guilherme de Almeida Prado.

caiofernandoabreu:

Amigos não “são para essas coisas”, não. Isso é um clichê detestável, significando quase sempre que amigo é saco de pancadas, é uma espécie de privada onde o outro pode jogar dejetos, detritos imundos e dar a descarga. Amigos são para dividir o bom e o mau, mas também para deixarem as coisas sempre limpas entre eles — amigos devem ser solidários.

Caio Fernando Abreu. Carta a Guilherme de Almeida Prado.

é melhor você ter uma mulher…
engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranquila e saudável, é desencanada e adora dar risada; Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps. Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí? Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE.                     Arnaldo Jabour

é melhor você ter uma mulher…

engraçada do que linda, que sempre te acompanha nas festas, gosta de futebol, prefere andar de chinelo e vestidinho, ou então calça jeans desbotada e camiseta básica, faz academia quando dá, come carne, é simpática, não liga pra grana, só quer uma vida tranquila e saudável, é desencanada e adora dar risada; Do que ter uma mulher perfeitinha, que não curte nada, se veste feito um manequim de vitrine, nunca toma porre e só sabe contar até quinze, que é até onde chega a sequência de bíceps e tríceps. Legal mesmo é mulher de verdade. E daí se ela tem celulite? O senso de humor compensa. Pode ter uns quilinhos a mais, mas é uma ótima companheira. Pode até ser meio mal educada quando você larga a cueca no meio da sala, mas e daí? Porque celulite, gordurinhas e desorganização têm solução. Mas ainda não criaram um remédio pra FUTILIDADE.

                     Arnaldo Jabour

Uma menina pode…
um short curto e ser a mais inteligente do colégio,
 pode ter um milhão de amigos homens e não ficar com nenhum deles, 
usar batom vermelho e ser a mais ingênua do grupo.
 A sua cabeça e mente é que dizem quem você é, e não o que você aparenta por fora.    

Uma menina pode…

um short curto e ser a mais inteligente do colégio,

pode ter um milhão de amigos homens e não ficar com nenhum deles,

usar batom vermelho e ser a mais ingênua do grupo.

 A sua cabeça e mente é que dizem quem você é, e não o que você aparenta por fora.    

E ai, 2011 valeu a pena?” Perdi pessoas que eu achava que não viveria sem, e ganhei pessoas que eu nunca imaginei que entrariam em minha vida. Ri até chorar, e chorei como se não fosse mais rir. Amei e desamei. Fui decepcionada, mas também decepcionei. Sonhei alto, cai muito, machuquei e me levantei. Senti saudade, morri de saudade, mas também deixei saudade. Disse coisas que não deveriam ser ditas. Me calei quando mais deveria ter falado. Chorei. Ah, como eu chorei! Mas também fiz pessoas chorarem. Briguei, brinquei e me arrependi. Guardei coisas bobas e deixei coisas importantes passar. Algumas vezes fui feliz, outras vezes triste. Me arrependi de coisas que disse, e disse coisas da qual não me arrependo. Xinguei, gritei e perdoei. Errei querendo acertar, e acertei quando achei que tinha errado. Acreditei no “Para sempre”, “Eu te amo” e “Conte comigo”, e também fiz pessoas acreditarem. Prometi coisas que não cumpri, e cumpri coisas que nem ao menos prometi. Perdi e ganhei. Sorri e chorei. Me ergui e desabei. Cresci e amadureci. E então volto a perguntar: “E ai, 2011 valeu a pena?” Valeu muito a pena! E convenhamos que se o tempo voltasse, faríamos tudo outra vez.